
Um policial que está trabalhando no caso da morte de Michael Jackson contou ao jornal Los Angeles Times, nesta terça-feira, que o cantor implorou para seu médico Conrad Murray por uma injeção de propofol, logo depois o remédio o matou.
Michael era viciado no medicamento e o pediu para poder dormi. O cantor pressionava seu médico com ameaças de cancelar os ensaios dos shows que pretendia realizar em Londres em julho se Murray não lhe desse o medicamento, que é um liquido branco que o cantor chamava de "leite".
Murray assegurou ao detetive do caso que quando assinou o contrato para cuidar da saúde de Michael ele não sabia que o cantor era viciado na droga, que médicos anteriores já lhe tinham prescrito.
Na noite que o artista morreu o médico tentava fazer com que Michael parasse com o propofol e que adormecesse com remédios mais fracos. O juiz vai determinar se existem provas sulficientes para que o médico seja incriminado de homicídio involuntário pela morte de Michel. A pena pode chegar a quatro anos de prisão e Murray poderia perder sua licença médica.
Michael era viciado no medicamento e o pediu para poder dormi. O cantor pressionava seu médico com ameaças de cancelar os ensaios dos shows que pretendia realizar em Londres em julho se Murray não lhe desse o medicamento, que é um liquido branco que o cantor chamava de "leite".
Murray assegurou ao detetive do caso que quando assinou o contrato para cuidar da saúde de Michael ele não sabia que o cantor era viciado na droga, que médicos anteriores já lhe tinham prescrito.
Na noite que o artista morreu o médico tentava fazer com que Michael parasse com o propofol e que adormecesse com remédios mais fracos. O juiz vai determinar se existem provas sulficientes para que o médico seja incriminado de homicídio involuntário pela morte de Michel. A pena pode chegar a quatro anos de prisão e Murray poderia perder sua licença médica.
Nenhum comentário:
Postar um comentário