Pages

Mostrando postagens com marcador Resident Evil 4. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Resident Evil 4. Mostrar todas as postagens

9 de mar. de 2011

4 Lançamentos Pra vocês assistirem aqui no Blog

toystory3 Toy Story 3
Áudio: Dublado
Duração: 94
Ano de Lançamento: 2010
Gênero: Animação
Sinopse:
Woody, Buzz, e o resto de seus amigos, são despejados para uma creche depois que seu dono, Andy, vai para a faculdade. Embora estando animados no começo pelo novo ambiente, e os brinquedos aparentemente amigáveis que também vivem no centro, não demora muito para se tornarem determinados a voltar para casa, uma decisão partilhada por Andy, que começa a perceber que seus brinquedos sempre tiveram um lugar no seu coração.

narniaalvorada As Crônicas de Narnia 3: A Viagem do Peregrino da Alvorada
Áudio: Dublado
Duração: 94
Ano de Lançamento: 2010
Gênero: Aventura
Sinopse:
De volta á Nárnia , Lucy e Edmund Pevensie com seu primo Eustáquio, onde reúnem-se com o Príncipe Caspian para uma viagem através do mar, a bordo do navio O Peregrino da Alvorada. Ao longo do caminho eles encontram dragões, anões, Tritão e um grupo de guerreiros perdidos antes de chegar ao fim do mundo.

BBVIDEO
MEGAVIDEO
tron2l Tron 2: O Legado
Áudio: DUBLADO
Duração:115
Ano de Lançamento: 2010
Gênero: Ficção, Animação
Sinopse:
Sam Flynn (Garrett Hedlund), o filho de 27 anos de Kevin Flyn (Jeff Bridges), pesquisa sobre o desaparecimento de seu pai e acaba sendo sugado para o mesmo mundo de programas ferozes e jogos “gladiatoriais” no qual seu pai vive há 25 anos. Junto da fiel confidente de Kevin (Olivia Wilde), pai e filho embarcam em uma jornada de vida ou morte por um universo cibernético que se tornou muito mais avançado e perigoso.

BBVIDEO
MEGAVIDEO
residentevilu Resident Evil 4: Recomeço

Áudio: Legendado
Duração: 85
Ano de Lançamento: 2010
Gênero: Terror
Sinopse:
Em um mundo devastado por uma infecção viral, no qual as vítimas tornaram-se semi-mortos, Alice (Milla Jovovic) continua sua jornada em busca de sobreviventes, levando-os a um lugar seguro. Sua batalha mortal contra a Corporação Umbrella atinge um novo patamar, mas Alice recebe a ajuda inesperada de uma velha amiga. Uma pista promete um refúgio em Los Angeles, mas, quando chegam lá, descobrem que a cidade está tomada por mortos-vivos, e Alice e seus aliados estão prestes a entrar em uma armadilha.

VERSÃO LEGENDADA
VERSÃO DUBLADA

17 de set. de 2010

Conheça os bastidores de Resident Evil 4

“Resident Evil 4: Recomeço” inaugura um capítulo inteiramente novo na franquia dos videogames, com efeitos e cenas de ação mais alucinantes — desta vez, em 3D. Nas palavras do produtor Jeremy Bolt, “o filme tem armas pesadas, mulheres bonitas, cães com cabeças que explodem, cenários deslumbrantes. Mas, acima de tudo, tem a Milla, e ela arrebenta no filme”.

Paul W. S. Anderson, o criador da franquia, está de volta à direção, após seu afastamento nos dois filmes anteriores, e ousou bastante neste novo filme, reinventando a franquia com efeitos mais espetaculares, cenários mais épicos e novos adversários aterrorizantes. “E nós filmamos com a última tecnologia 3D e as câmeras usadas na filmagem de ‘Avatar’”, conta ele. “É realmente emocionante estar na vanguarda de uma nova tecnologia”.

O diretor começou a sua carreira filmando thrillers de ação e sci-fi futuristas como “Mortal Kombat” e “Evento Horizonte”, filmes que, segundo o próprio cineasta, ele sempre imaginou em 3D. “Eu queria levar o público a fazer uma imersão na ação, assim como nos simuladores de parques de diversão, como ‘Back to the Future: The Ride’”, explica Anderson. “Eu me sinto como um cineasta que está trocando os filmes mudos por filmes falados. Um momento como este na história do cinema, em que a tecnologia muda de modo tão radical e único, surge apenas a cada 30 ou 40 anos”.

Uma das franquias mais populares da história do cinema, os filmes “Resident Evil” são baseados nos videogames do mesmo nome. Oito anos após a estreia do primeiro filme, a demanda do público continua em alta. “Do ponto de vista comercial, fazia todo o sentido rodar outro filme”, afirma Jeremy Bolt, produtor e parceiro de Anderson da longa data. “Cada um dos filmes teve um faturamento substancialmente maior que o do título anterior. Ao longo da jornada, o material evoluiu de um modo muito interessante e Paul amadureceu enquanto cineasta. Quando nós começamos, pensávamos que esses filmes se resumiam aos efeitos especiais e à sua ação. Agora, Paul está muito mais interessado na jornada emocional dos personagens”.

“Resident Evil 4: Recomeço” retoma a história do ponto em que terminou o terceiro filme, “Resident Evil 3: A Extinção”. “Alice conseguiu escapar, mais uma vez, das garras da Umbrella Corp”, conta o produtor Don Carmody. “Ela voa até o Alasca em busca de possíveis sobreviventes da epidemia. A aventura continua depois que ela reencontra uma velha amiga, e elas tentam descobrir o que aconteceu com os demais sobreviventes”.

O que elas descobrem em sua jornada é um mundo terrivelmente transformado e devastado pelo T-vírus. Poucos seres humanos ainda sobrevivem e os mortos-vivos se tornaram mais fortes e muito mais inteligentes. O palco de grande parte da ação é uma representação infernal da Los Angeles nos dias de hoje. “Paul teve uma ótima ideia”, afirma Bolt. “No último filme, nós tínhamos uma Las Vegas pós-apocalíptica. Desta vez, estamos trabalhando com a ideia de uma Hollywood enfrentando o chamado ‘inverno nuclear’”.

O cenário foi inspirado nas queimadas florestais que devastaram os arredores de Los Angeles na época em que Anderson começou a escrever o roteiro. “Mesmo com toda a nossa moderna tecnologia atual e a ação de milhares de bombeiros, ainda assim é preciso semanas e semanas para controlar esses incêndios florestais”, observa ele. “E eu comecei a pensar — o que aconteceria se não restasse nenhum ser humano para combater essas ocorrências naturais? Os incêndios desceriam encostas abaixo e atingiriam a cidade de LA, atravessando Beverly Hills, descendo o Sunset Boulevard, passariam pelo letreiro de Hollywood e o fogo continuaria seu caminho. Essa é a Hollywood que nós retratamos no filme. É uma cidade em chamas, o que considero uma imagem muito original”.

Neste cenário desconhecido, Alice precisa encarar um novo desafio: a sua própria mortalidade. “Ao longo dos três primeiros filmes, Alice desenvolveu poderes sobre-humanos como resultado da mutação causada pelo T-vírus”, explica Anderson. “Quando enfrentava alguns zumbis, ela podia fazê-los explodir. Se ela fosse mordida, ela simplesmente se regenerava. Eu achei que ela tinha chegado a um ponto em que a gente nem sentia mais medo dela. Se fôssemos fazer outro filme, Alice teria de perder os seus poderes. Nós a levamos de volta ao ponto em que ela se encontrava no primeiro filme: uma guerreira habilidosa, mas simplesmente humana”.

E à medida que Alice se torna mais vulnerável, os zumbis estão evoluindo e se transformando em adversários ainda mais perigosos. “Um dos pontos fortes dos games que nós incorporamos na franquia cinematográfica é o modo como os mortos-vivos evoluem”, conta Anderson. “Eles vão ficando diferentes, mais interessantes e mais arrepiantes a cada nova aventura, e também se tornam adversários mais difíceis. Os zumbis deste filme estão mudando mais rápido do que os seres humanos são capazes de evoluir”.

“Você começa a se perguntar se algum dia eles vão se tornar mais evoluídos que os seres humanos e se tornar uma raça viável”, continua ele. “Com o mundo semidizimado, quem serão os verdadeiros herdeiros da Terra? Serão os últimos sobreviventes da humanidade ou as criaturas que querem devorar os últimos vestígios da humanidade? Você começa a se perguntar se os mortos-vivos são a nova ordem mundial e os seres humanos que restam são como os últimos dinossauros”.

Encontrar focos ocultos de sobreviventes se tornou cada vez mais difícil para Alice, que vive constantemente sob a mira da Umbrella Corporation. “A gente costuma brincar que se você a vir vindo na sua direção, a primeira coisa que você deve fazer é correr”, afirma Anderson. “Mesmo que ela diga, ‘eu vou cuidar de você’, muito provavelmente, até o fim do último rolo do filme, você vai estar morto. É como o seriado da TV, “Murder She Wrote”. Se aquela personagem vier passar o fim de semana na sua casa, você deveria fugir correndo, porque alguém vai ser assassinado”.

Mas além da adrenalina e da ação, “Resident Evil 4: Recomeço” (Resident Evil: Afterlife) conta uma história emocionante que continua a repercutir junto ao público, afirma o diretor. “A franquia sempre abarcou ideias ambiciosas, como o conceito de uma corporação de práticas antiéticas como o verdadeiro inimigo”, observa Anderson. “Esse é um conceito um pouco mais ambicioso do que os dos filmes tradicionais de terror ou de ação e terror. E são essas premissas mais complexas que explicam a longevidade desses filmes e por que estamos rodando o quarto”.

“O espírito humano brilha com muita intensidade nos filmes ‘Resident Evil’”, prossegue ele. “É um raio de esperança e é por isso que Alice é capaz de continuar vivendo e continuar lutando. No último filme, nós a vimos perambulando pelo deserto, basicamente por conta própria. Ela havia se tornado uma cética desiludida. Ao final daquele filme, começava a surgir uma amizade entre ela e outra sobrevivente, Claire Redfield, cuja continuidade nós testemunhamos neste filme. É uma das coisas mais auspiciosas da franquia”.

“Resident Evil 4: Recomeço” (Resident Evil: Afterlife) inclui boas doses de surpresas e dá prosseguimento à tradição de incluir reviravoltas que os espectadores não antecipavam. “Justamente quando a história parece encerrada e quando tudo parece resolvido a contento, a Umbrella Corp põe seus tentáculos malignos em ação para mais uma surpresa”, conta o produtor Robert Kulzer. “O filme tem uma bela montagem e vai deixar os espectadores impressionados com a sua ação espetacular, pessoas atraentes, cenas de lutas coreografadas com perfeição e efeitos visuais assombrosos. Vai ser maravilhoso”.

O elenco de “Resident Evil 4: Recomeço” apresenta alguns nomes novos, bem como vários rostos já conhecidos pelos fãs da franquia. Mas não importa o quanto um personagem se torne popular, adverte Anderson, não há garantias de sobrevivência no mundo brutal e futurista do filme.

“A franquia ‘Resident Evil’ se tornou conhecida por trazer personagens populares de volta em novas aventuras”, comenta Anderson. “Também é famosa por eliminá-los sem aviso prévio. Nós deixamos claro que simplesmente porque você é um personagem importante no videogame e participou do último filme, isso não significa que não vamos matá-lo neste filme. Foi o que nós fizemos com vários personagens ao longo da franquia. Eu acho que isso cria um nível de incerteza na série que torna os combates assustadores de verdade”.

A série, porém, tem uma constante: Alice, interpretada por Milla Jovovich. “Alice é a heroína suprema”, afirma o produtor Don Carmody. “Ela é uma combinação de Mulher Maravilha e Indiana ‘Jane’, e ela quebra tudo e coleciona vítimas”.

Após oito anos e quatro filmes, Jovovich conhece o papel melhor do que ninguém, segundo Anderson. “Quando eu conversei pela primeira vez com ela sobre Alice, usei como referências Clint Eastwood nos filmes ‘Dirty Harry’, Charles Bronson e Steve McQueen. Eram personagens existenciais, que eram muito cool. Muitos homens vêm tentando ser o novo Clint Eastwood ou o novo Steve McQueen, mas poucas mulheres interpretaram personagens assim de modo tão convincente quanto a Milla”.

Na verdade, Jovovich é uma das poucas mulheres bem-sucedidas como âncora de uma franquia de ação. “Sigourney Weaver desfrutou de um sucesso semelhante com a franquia ‘Alien’”, ressalta Anderson. “Acho que pelo mesmo motivo: ela é uma ótima atriz que realmente nos faz acreditar em alienígenas e naquele mundo exótico de ficção científica. Milla faz a mesma coisa conosco”.

Segundo Jovovich, ela se apegou ao papel ao longo desses anos. “Eu sempre fico empolgada para saber aonde ela irá em seguida”, explica a atriz. “Ela se tornou uma parte tão importante da minha vida. Quando mais fundo eu mergulho nesse mundo, mais ela se torna parte de mim”.

A personagem evoluiu desde o primeiro filme, de acordo com Jovovich. “Alice começou como uma personagem inocente que não se lembra de nada do que lhe aconteceu. Ao final, ela descobre que ela causou o acidente que levou à epidemia do T-vírus. E no segundo filme, ela está tomada pela culpa e pelo desprezo que sente por si mesma.”

“Como a Umbrella está constantemente tentando capturá-la, ela não pode ficar com ninguém de quem ela goste, pois eles também correm o risco de serem capturados”, prossegue a atriz. “Alice se tornou uma pessoa muito solitária. Mas, no novo filme, ela resgata seu amor-próprio. Pela primeira vez em muito tempo, ela sente que há novamente um lugar para ela neste mundo. É uma bela progressão para o meu desempenho como atriz”.

A cada nova aventura, Anderson tenta dar a Jovovich novos desafios. Em “Resident Evil 4: Recomeço” (Resident Evil: Afterlife), ele a faz interpretar todo um exército de clones de Alice. Jovovich vibrou com o papel múltiplo. “Eu sou só uma, obviamente”, comenta Milla. “Mas preciso interpretar todas aquelas Alices. Eu também quis usar de toda a minha criatividade e, por isso, cada Alice possui a sua própria identidade. Elas não são cópias em papel carbono umas das outras”.

As caracterizações foram tão sutis, segundo Anderson, que foi somente quando eles começaram a editar o filme que ele realmente se deu conta das suas sutilezas. “Foi somente quando montamos as três Millas juntas que eu percebi que elas eram, na verdade, três personagens completamente diferentes. Esta franquia é da Milla, e ela a mantém viva se dedicando 1.000% a ela. O público vê a sinceridade e a integridade em tudo o que ela faz, e isso é o que os faz acreditar nesses filmes”.

“Resident Evil 4: Recomeço” marca o reencontro de Alice com outra sobrevivente do filme anterior, Claire, interpretada por Ali Larter (da série “Heroes”). Jovovich tem com sua coprotagonista a mesma amizade que Alice tem com sua companheira de luta. “Nós realmente formamos uma boa dupla”, afirma Jovovich.

Larter adorou ser convidada por Anderson para voltar num papel que se tornou icônico para ela. E também estava ansiosa para voltar a contracenar com Jovovich. “Uma das coisas únicas nessa história é o fato de contar com duas protagonistas femininas fortes”, afirma Larter. “Tanto Alice quanto Claire são guerreiras, mas Alice é uma figura mais mítica, enquanto Claire representa o componente humano. Ela tem um espírito indestrutível. Ambas fazem o que for preciso para sobreviver, mas elas também precisam cuidar de muitas outras pessoas”.

Claire, que foi vista pela última vez a bordo de um helicóptero com um grupo de sobreviventes rumando para o que eles imaginavam ser um porto-seguro, Arcadia, no Alasca, e teve quase toda a sua memória apagada, é descoberta por Alice vagando pela imensidão gelada. “Ela opera, basicamente, no modo de sobrevivência”, explica Larter. “No último filme, Claire relutou, mas acabou se tornando a líder do seu grupo. Neste filme, isso já se tornou o seu instinto natural. Assim que ela se dá conta disso, começa a cumprir o seu verdadeiro destino.”

“Em grande parte, Claire precisa lidar com questões de fé e confiança”, acrescenta Larter. “Tanto Alice quanto Claire perderam muitos amigos, bem como parte dos seus ideais e esperança. Elas estão vivendo numa realidade muito mais dura. E rodando o filme em 3D, nós fizemos essas imagens pegarem fogo”.

Em cada um dos filmes anteriores, Alice forma uma família substituta com os demais sobreviventes que ela encontra. Desta vez, Anderson acrescentou um relacionamento real entre irmão e irmã, apresentando um dos personagens mais populares do game, Chris Redfield, o irmão de Claire. “Eu adoro essa dinâmica familiar que Paul acrescentou”, afirma Larter. “Acho que isso dá uma base ao filme com a qual o público pode se identificar. Mas em nenhum momento nós entramos num clima de reencontro, tipo ‘Puxa, meu irmão que eu não via há tanto tempo’. Na verdade, o reencontro é um momento bem violento”.

Wentworth Miller, recém-saído de quatro anos no papel de Michael Scofield no seriado “Prison Break”, está atrás das grades quando seu personagem é apresentado no filme. Por isso, o ator hesitou inicialmente em aceitar o papel.

“Quando eu recebi o roteiro, eu pensei que era alguma pegadinha”, explica Miller. “Você é apresentado ao meu personagem numa prisão, e a primeira coisa que ele diz é, ‘eu conheço uma saída’. Mesmo sendo um ótimo papel e uma franquia genial, eu achava que era familiar demais. Mas depois de um tempo, eu adquiri uma perspectiva diferente. Se você não me conhece de “Prison Break”, então, vai assistir a esse filme e não vai ver nada de inoportuno. Para quem me conhece, será uma pequena homenagem para os fãs que seguiram Michael Scofield por 81 episódios. De certo modo, é a minha chance de dar àquele personagem um final diferente”.

Chris e Claire Redfield foram separados pouco depois que o T-vírus se espalhou. Ambos imaginavam que o outro estivesse morto há muito tempo. “Ele vai sair da cela onde foi mantido preso durante anos e, de repente, dá de cara com a irmã que não via há tanto tempo”, conta Miller. “O choque e reconhecimento inicial dão lugar à emoção, mas, ao mesmo tempo, é ‘Resident Evil’. Assim que a cena começa a adentrar um território sentimental, ocorre uma mudança, e os dois personagens começam a entrar em conflito”.

A exemplo de todos os demais envolvidos com a franquia, Miller tem um enorme respeito pelos seus leais fãs. “Em minha opinião, é um sucesso garantido. ‘Resident Evil 4: Recomeço’ faz o que a franquia já vem fazendo, há oito anos, que é explorar esse magnífico, rico e lúgubre cenário pós-apocalíptico. Tem os sustos, gritos e arrepios, mas também personagens interessantes e convincentes com os quais podemos nos identificar. Nem por um segundo você quereria passar pelo que Alice, Claire ou Chris estão passando, mas é uma tremenda aventura”.

O trabalho no set com a heroína do filme foi uma revelação para Miller. “Eu só conhecia Milla como essa guerreira deslumbrante e animal”, confessa ele. “Ela é tão impressionante na tela, no seu desempenho — com as espadas, as facas. E aí eu descubro que ela é muito divertida. Ela tem uma gargalhada alta e ruidosa e um senso de humor que faz com que ela se pareça quase com um homem. Mas além de tudo isso, tem sua beleza, inteligência e talento artístico extraordinário”.

Também faz sua estreia no mundo de “Resident Evil”, o ator Boris Kodjoe, que interpreta Luther West, o líder de um pequeno grupo de sobreviventes entrincheirados dentro do presídio. “Luther é um líder nato”, afirma Kodjoe. Alice e Luther se ligam de imediato, quase que instintivamente, segundo ele. “Ambos são ‘machos alfa’. Ela é uma mulher muito forte e segura, e isso o atrai. Eles se tornam companheiros de equipe, por assim dizer, e vão procurar uma saída juntos”.

Kodjoe promete aos fãs que “Resident Evil 4: Recomeço” será o filme mais assustador da série. “Os zumbis estão pra lá de apavorantes”, conta ele. “Eles são superespeciais e agressivos. Tem um personagem do game, o Axe Man, o homem do machado, que me faz parecer um anão. O público vai se surpreender com o Axe Man — ele é muito intimidante. Há muitas surpresas a cada esquina”.

O vilão icônico do filme é Albert Wesker, o presidente da Umbrella Corp. “Wesker é a personificação da megacorporação que faz qualquer coisa em nome dos lucros”, observa o produtor Don Carmody.

Um personagem de grande destaque na série de games, “o presidente Wesker era um dos mocinhos nos primeiros games”, conta o produtor. “Ele se tornou um vilão tremendamente divertido, porque curte a própria vilania. E o ator que interpreta Wesker, Shawn Roberts, se esforçou muito para transmitir isso”.

Wesker foi contaminado pelo T-vírus, que o tornou virtualmente indestrutível. “Ele não é como os vilões tradicionais que conhecemos”, comenta Roberts acerca do seu personagem. “Trata-se do mal no seu sentido absoluto. Eles enfiam uma lança no meu coração, explodem a minha cabeça, usam facas, querosene de aviação, eles usam todos esses elementos diferentes para tentar acabar com ele, sem resultado. Assim como no game, ele é bem difícil de matar”.

Como Alice sabe que Wesker é indestrutível, ela precisa sempre pensar em maneiras diferentes de desafiá-lo, o que acaba criando cenas espetaculares. “No papel de Alice, Milla não poderia ser mais animal”, comenta Roberts. “No intervalo entre as tomadas, ela é a pessoa mais doce que você poderia imaginar, mas quando ela pisa no set, pronto. Quando você ouve o som das botas dela, começou. É uma transformação incrível”.

Jovovich afirma que Roberts cria o Wesker perfeito. “Diante das câmeras, ele parece o Exterminador”, diz ela. “Ele domina a tela. No último filme, Wesker era um personagem mais sereno, sentado na sala do conselho administrativo da Umbrella, então, eu acho que os fãs vão curtir muito vê-lo quebrando tudo”.

Essa transformação é um reflexo de todo o elenco, segundo Jovovich. “Resident Evil 4: Recomeço’ coloca a franquia num patamar acima”, afirma ela. “Os personagens e a ação são mais emocionantes e temos um elenco de pessoas fantásticas”.

Just Fama Pelo Mundo

Procure aqui