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16 de fev. de 2011

Justin Bieber fala sobre puberdade, sexo e política em reportagem da Rolling Stone

Justin Bieber é a capa da nova edição da revista norte-americana Rolling Stone, que chega às lojas neste dia 18 de fevereiro. Na entrevista, o astro teen abriu o jogo sobre puberdade, sexo, abordo e política.
Sobre sexo antes do casamento:
"Não acredito que você deva fazer sexo com ninguém a não ser que você a ame. Acho que você deve esperar pela pessoa certa".
Sobre o aborto:
"Não acredito em abordo. Matar um bebê? No caso de um estupro? Hum… Um. Eu acho que é realmente muito ruim, mas tudo acontece por uma razão. Nunca estive nessa posição então não estou apto a julgar ninguém".
Estados Unidos vs Canadá:
"Vocês são maus", ri. "O Canadá é o melhor país do mundo. Nós vamos a um médico e não temos preocupações em pagá-lo, mas aqui você pode falir com tantas contas médicas. O filho do meu guarda-costas nasceu prematuro e agora ele tem que pagar pelo serviço. No Canadá, se o bebê nasce prematuro ele fica no hospital o tempo necessário e depois vai para casa".

10 de jan. de 2011

Will.i.am na edição de janeiro da Rolling Stones Brasil


 A Rolling Stone BR desse mês, conta com uma entrevista com will.i.am, na qual ele fala sobre o conceito do The Beginning, entre outras coisas.
Confira um trecho da entrevista abaixo:
O dono do Black Eyed Peas, Will.i.am, fará 36 anos em março, mas já vem se divertindo na balada para comemorar. “Gosto de sair todas as noites“, diz. “Tenho frequentado casas noturnas desde que tinha 15, e, conforme fiquei mais velho, comecei a sair ainda mais.
Seguindo essa linha, o mais novo álbum do Black Eyed Peas, The Beginning, tem uma pegada ainda mais forte, ainda mais festeiro do que The E.N.D., lançado no ano passado, que emplacou seis sucessos no Top 10 norte-americano e vendeu 11 milhões de cópias no mundo.
Seu disco novo começa com um remake de “(I’ve Had) The Time of My Life”. De onde veio a inspiração?
Depois de cada show do Black Eyed Peas, eu faço uma pós-balada onde toco os meus sets mais underground como DJ. Toco umas coisas dos anos 80 e 90, como Guns N’Roses, “Smells Like Teen Spirit” ou até “Ride Like the Wind”, do Christopher Cross. Faço uma batida para elas e fatio e, conforme ela vai crescendo e chega ao auge, toco a versão original. E aí pensei: “Ah, vamos fazer isso com ‘Time of My Life’. Ninguém espera que algo assim vai acontecer na balada”. E funcionou. Quando a música entrou, foi hipnótico. Eu disse: “Yo, temos de jogar isso para o Black Eyed Peas”.
Em “Light Up the Night” você fala sobre ir para a balada com tudo “no meu bolso”. O que você leva a uma casa noturna?
Não estou me referindo necessariamente ao bolso da minha calça. É algo como: “Não há por que se preocupar, está tudo sob controle”. “Vamos ter problemas para entrar nessa balada?” “Não, tenho tudo no meu bolso, não viaja.” “Ei, quem está pagando os drinques? Quem esta de carro? Quem pegou os drinques?” “Tenho no meu bolso.”
Para conferir a entrevista completa, basta comprar a edição nº 52 da RS Brasil, que tem John Lennon na capa.

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