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20 de jan. de 2011

ZAC EFRON:ENTREVISTA PRA O JORNAL DA TARDE


Zac Efron se valeu de um conjunto de habilidades – canto, dança, forma atlética – para catapultar a carreira como o mocinho herói da franquia adolescente High School Musical, da Disney. Mas basta ver de perto seus olhos azuis, o sorriso perfeito e o cabelo dourado – meticulosamente desalinhado – para entender a histeria desregrada que move hordas de fãs do ator californiano de 23 anos. Mas Zac quer mais. Estrela de A Morte e Vida de Charlie, drama sobre um rapaz que consegue se comunicar com o espírito do irmão morto, o ator quer mostrar a Hollywood que amadureceu – e se garante na atuação. A premissa passa longe de ser verdade absoluta, já que o galã tem incontáveis cenas sem camisa para exibir os 8kg de massa muscular e o abdômen definido que ganhou para o longa. Em Los Angeles (EUA), ele recebeu a reportagem do JT para a entrevista a seguir, na qual mantém o bom mocismo no discurso, fala da família e do futuro. Confira:
Apesar do assédio, você consegue fazer coisas simples, jantar fora, ir ao cinema?
Claro. É só seguir uma regra básica: não usar nunca a porta da frente. Nem a de trás (risos). Usar a da lateral, que é escondida. Recentemente, o meu hotel foi cercado por fãs. Pulei da varanda e desci por um cano… só para dar uma volta.
Já teve experiências ruins com fãs?
A situação mais louca aconteceu na França, no carro, com Vanessa (Hudgens, atriz e ex-namorada) e Ashley (Tisdale, atriz). Fãs nos cercaram e começaram a balançar o carro com força. Fomos jogados de um lado a outro no banco de trás. Quase ficamos de ponta-cabeça.
Já usou disfarces para despistar fãs?
Uma vez, deixei o bigode crescer. Foi muito engraçado. As pessoas me olhavam e pensavam: ‘Será que é ele?’, e balançavam a cabeça: ‘Ele não tem bigode’.
Muitos adolescentes se espelham em você. Tem ídolos no cinema?
Assisti a todos os filmes de Jim Carrey. Debi & Loide foi meu filme preferido na adolescência. Já me meti em encrenca por causa dele. Lembra como Ace Ventura falava usando a bunda? Eu fiz isso na escola. Também sou fã de Schwarzenegger. Virou meu herói depois de Exterminador do Futuro.
Durante muito tempo, Jim Carrey foi considerado ator de comédia. Isso te incomoda?
Honestamente, ainda não tive a chance de provar o contrário, então não ligo. Quero mudar isso com o tempo. Foi muito interessante ter de deixar de lado a faceta divertida da minha personalidade e focar no drama de Charlie (no novo filme).
Então, musical é coisa do passado?
Não, de maneira alguma. Se rolasse, adoraria fazer um musical.
Acha que os fãs esperam isso?
Meus fãs são devotos. Estão sempre me acompanhando, aonde quer que eu vá. E isso é encorajador. Quero continuar fazendo filmes para eles. Quando eles crescerem, verão como a vida não é como High School Musical.
Como foi contracenar com Kim Basinger e Ray Liotta?
Kim é uma mulher linda e foi difícil visualizá-la como minha mãe (risos). E Ray é um cara inspirador. Ele nunca faz a cena duas vezes do mesmo jeito, sempre tem uma atitude nova. Poder assistir a isso foi incrível.
Há uma cena em que Ray Liotta segura você com força. Como foi filmar essa parte?
Pessoas no set me diziam: ‘Brigue com ele. Desafie o cara!’. Mas foi difícil. Ray é um cara durão (risos).
E as cenas de beijo, foram fáceis?
Não quero parecer arrogante, mas normalmente as garotas é que ficam nervosas. Minha preocupação é tentar fazer com que elas se sintam confortáveis. E, convenhamos, beijar nunca é difícil. Geralmente, tenho uma menina bonita do meu lado. Mas fiquei um pouco intimidado com Amanda. Ela é enorme! (1,77m, contra 1,79m de Zac).
No filme, seu personagem, Charlie, conversa com o irmão morto. Você acredita em fantasmas?
Claro que sim. O mundo fica mais interessante se você acreditar.
Você já viu um?
Eu? Não, eu não. Nem quero ver…
Charlie é um rapaz romântico. Você se considera um cara romântico?
É difícil dizer. São pequenas coisas que fazem de você romântico. Ah, agora você vai perguntar das pequenas coisas…
Por exemplo, Charlie faz um jantar romântico. Faria isso?
Olha, eu até consigo seguir uma receita. Minha lasanha é muito boa. Não faço a massa, mas junto os ingredientes muito bem.
Você agora também é produtor. Que projetos tem em vista?
Um deles é um remake de um thriller sueco, ‘Snabba Cash’ (Zac vai estrelar e produzir). Estou avaliando comédias românticas, um roteiro de ação, Fire, e um de aventura, Einstein Theory.
Você já foi ao Brasil. O que acha do país e quando pretende voltar?
Eu amo o Brasil. Acredite, o difícil para mim não é ir. É voltar. Se eu pudesse, iria toda hora. É um lugar muito lindo, um de meus países preferidos. Aliás, já faz um tempo que não apareço por lá…
Não sabemos se a entrevista é verdadeira ou não por conter algumas informações erradas, vamos esperar por mais noticias.

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